SEREIAS
Enquanto o país arde de tédio, os Sereias
mergulham de vez no jazz-punk que promete ser hino de uma campanha que urge
trazer para as ruas. No centro, a poesia mordaz de A. Pedro Ribeiro, poeta
maldito, anarquista, ex-candidato a Presidente da República, em choque
constante com os ambientes turvos, eletrónicos e imersivos dos mascadores
sónicos que o acompanham. “Numa altura em que a música portuguesa navega
maioritariamente por um nacional-cançonetismo modernizado disfarçado de pop é
uma bênção ouvir estes Sereias e a sua quimera disruptiva sob a forma de
música, onde a criação é um impulso vital e urgente. Bem hajam!”. (Adolfo
Luxúria Canibal)
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