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28 março (qui) Teatro

A Cidade e as Serras, (Não é Eça)

21h30 Sala Principal
10€ / Cartão Pentágono 5€   M/6  

CTB | A Cidade e as Serras, (Não é Eça) – Teatro Montemuro – Ricardo Alves
Tal como o título nos diz, não há semelhanças com a obra e Eça de Queirós. A Cidade e as Serras de Ricardo Alves são outras, com outros personagens, e uma trama diferente. Neste espetáculo, retrata-se Terras de Sol Posto, uma aldeia no meio das serras onde Idalécio e Amândio são os únicos habitantes. Tratam das ovelhas, na realidade é só uma, pois as outras foram para a cidade em busca de uma vida melhor. Amândio é dono de uma oficina de automóveis e dinamiza uma rádio local, única ligação das aldeias enterradas no vale e onde o sinal de telemóvel e de televisão não chega. 
Um dia chega às Terras de Sol Posto um empreendedor, com o objetivo de apresentar uma candidatura a fundos europeus para a criação de um lar de terceira idade na aldeia, que parece finalmente sair do marasmo e entrar diretamente no século XXI. No entanto, no dia seguinte, regressa à terra uma estudante empreendedora, com a intenção de criar uma mina de lítio no local, prometendo não o século XXI mas sim, saltar diretamente para o século XXII. Face ao inusitado interesse nas riquezas da região, chega por fim a comunicação social para dar eco aos sucessos das Terras de Sol Posto e ao futuro risonho que os espera. 

 
Texto e encenação Ricardo Alves 
Cenografia e figurinos Sandra Neves 
Música Carlos Adolfo 
Elenco Abel Duarte, Cristiana Sousa, Eduardo Correia, Ivo Bastos, Paulo Duarte, Rodrigo Santos 
Desenho de luz Paulo Duarte 
Direção de cena Abel Duarte 
Direção técnica Dário Pais, Vasco Mósa 
Assistência à construção de cenários e figurinos Carlos Cal, Maria Conceição Almeida 
Produção Abel Duarte, Helena Fortuna, Sofia Macedo 
Assistência à produção e comunicação Joana Miranda 
Foto de cena Júlio Eme 
Cocriação Teatro do Montemuro e Teatro da Palmilha Dentada 
Coprodução Teatro Viriato 

Duração 60’