- Programa
- ONYX
PinyONYX é um ritual onírico de vácuo e presença, a pausa antes do caos e o próprio caos, na anulação das fronteiras entre a intervenção política e social e a criação de um espaço carregado de silêncio, ruído, informação não linear, peso e flutuação de tempo.
Nesta performance apelidada Nem sequer um início (performance de militância), escutamos as vozes das mães dos dois performers em palco, duas mulheres que se mudaram do continente africano para Portugal numa altura em que o 25 de abril se aproximava ou acabara de acontecer, explorando memórias futuras de tempos passados que ainda estão por viver. Criado um espaço de resistência ritual, erotismo, celebração, vulnerabilidade e poder, parte-se de um universo documental e especulativo onde, a partir de histórias e referências pessoais, se constrói um espaço onírico e político. É um tempo que não existe, carregado de memórias e futuro, onde se deambula por migrações, sonhos, perda, vozes e ancestralidade futura.
Piny é artista, arquiteta, performer, bailarina e coreógrafa, criadora de espetáculos como HIP. a pussy point of view (2019) ou G.Rito (2022).
Criação, cenografia e figurinos Piny
Cocriação de movimento André Cabral
Performers André Cabral, Piny
Desenho de som e live act Carincur, Leo Soulflow
Desenho de luz João Pedro Fonseca
Entrevistas a Carla Sousa (mãe Piny) e Marta Cabral (mãe André Cabral)
Texto André Cabral, Helena Palmer e Piny
Produção Joana Costa Santos
Coprodução DDD - Festival Dias da Dança, Teatro do Bairro Alto, Materiais Diversos, Teatro Aveirense - Câmara Municipal de Aveiro e Rota Clandestina
Coprodução em residência Teatro do Bairro Alto - Lisboa, Estúdios Victor Cordon - Lisboa, Grand Studio Bruxelles, O Espaço do Tempo - Montemor-o-Novo e Alkantara - Lisboa
Duração 70 minutos
ONYX
Piny
Piny
ONYX é um ritual onírico de vácuo e presença, a pausa antes do caos e o próprio caos, na anulação das fronteiras entre a intervenção política e social e a criação de um espaço carregado de silêncio, ruído, informação não linear, peso e flutuação de tempo.
Nesta performance apelidada Nem sequer um início (performance de militância), escutamos as vozes das mães dos dois performers em palco, duas mulheres que se mudaram do continente africano para Portugal numa altura em que o 25 de abril se aproximava ou acabara de acontecer, explorando memórias futuras de tempos passados que ainda estão por viver. Criado um espaço de resistência ritual, erotismo, celebração, vulnerabilidade e poder, parte-se de um universo documental e especulativo onde, a partir de histórias e referências pessoais, se constrói um espaço onírico e político. É um tempo que não existe, carregado de memórias e futuro, onde se deambula por migrações, sonhos, perda, vozes e ancestralidade futura.
Piny é artista, arquiteta, performer, bailarina e coreógrafa, criadora de espetáculos como HIP. a pussy point of view (2019) ou G.Rito (2022).
Criação, cenografia e figurinos Piny
Cocriação de movimento André Cabral
Performers André Cabral, Piny
Desenho de som e live act Carincur, Leo Soulflow
Desenho de luz João Pedro Fonseca
Entrevistas a Carla Sousa (mãe Piny) e Marta Cabral (mãe André Cabral)
Texto André Cabral, Helena Palmer e Piny
Produção Joana Costa Santos
Coprodução DDD - Festival Dias da Dança, Teatro do Bairro Alto, Materiais Diversos, Teatro Aveirense - Câmara Municipal de Aveiro e Rota Clandestina
Coprodução em residência Teatro do Bairro Alto - Lisboa, Estúdios Victor Cordon - Lisboa, Grand Studio Bruxelles, O Espaço do Tempo - Montemor-o-Novo e Alkantara - Lisboa
Duração 70 minutos
Nesta performance apelidada Nem sequer um início (performance de militância), escutamos as vozes das mães dos dois performers em palco, duas mulheres que se mudaram do continente africano para Portugal numa altura em que o 25 de abril se aproximava ou acabara de acontecer, explorando memórias futuras de tempos passados que ainda estão por viver. Criado um espaço de resistência ritual, erotismo, celebração, vulnerabilidade e poder, parte-se de um universo documental e especulativo onde, a partir de histórias e referências pessoais, se constrói um espaço onírico e político. É um tempo que não existe, carregado de memórias e futuro, onde se deambula por migrações, sonhos, perda, vozes e ancestralidade futura.
Piny é artista, arquiteta, performer, bailarina e coreógrafa, criadora de espetáculos como HIP. a pussy point of view (2019) ou G.Rito (2022).
Criação, cenografia e figurinos Piny
Cocriação de movimento André Cabral
Performers André Cabral, Piny
Desenho de som e live act Carincur, Leo Soulflow
Desenho de luz João Pedro Fonseca
Entrevistas a Carla Sousa (mãe Piny) e Marta Cabral (mãe André Cabral)
Texto André Cabral, Helena Palmer e Piny
Produção Joana Costa Santos
Coprodução DDD - Festival Dias da Dança, Teatro do Bairro Alto, Materiais Diversos, Teatro Aveirense - Câmara Municipal de Aveiro e Rota Clandestina
Coprodução em residência Teatro do Bairro Alto - Lisboa, Estúdios Victor Cordon - Lisboa, Grand Studio Bruxelles, O Espaço do Tempo - Montemor-o-Novo e Alkantara - Lisboa
Duração 70 minutos
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