- Programa
- 10 anos é muito tempo, principalmente para uma banda que começou sem (se) dar conta. Por incrível que (lhes) pareça, em 2020 os Birds Are Indie assinalam este aniversário redondo com o lançamento de 'Migrations - The travel diaries', em duas edições distintas, uma em CD e outra em vinyl. Ambos os formatos contarão com a revisita de 5 canções da sua discografia anterior, reinterpretadas e regravadas. Mas como a música lhes parece surgir naturalmente, haverá também lugar para mais 10 faixas novas.Quinta
21:10Sala Principal
M6
7 €Cartão Quadrilátero
3,5 €É conhecida e vincada a geografia musical deste trio de Coimbra: o seu ninho foi construído em forma de bedroom pop, com a folk pelo meio, numa postura DIY minimalista, própria dos primeiros voos, tal como aconteceu com Belle and Sebastian, Yo La Tengo, Moldy Peaches ou Juan Wauters. Com o tempo, as asas da sua pop foram crescendo e aproximaram-se do rock que lhes foi ensinado por nomes como Lou Reed, Dean Wareham, Black Francis e Stephen Malkmus.
Ao longo destes 10 anos de história(s), os Birds Are Indie acumularam diversas viagens, umas físicas e outras sonoras. Se muitas vezes se aventuraram à descoberta, noutras preferiram voltar ao ponto de partida. Com dificuldade em estar muito tempo no mesmo lugar, foram migrando entre conforto e desprendimento, atravessando latitudes bem conhecidas e meridianos algo esquecidos.
Quinta
21:10
21:10
Sala Principal
M6
7 €
M6
7 €
Cartão Quadrilátero
3,5 €
3,5 €
10 anos é muito tempo,
principalmente para uma banda que começou sem (se) dar conta. Por incrível que
(lhes) pareça, em 2020 os Birds Are Indie assinalam este aniversário redondo
com o lançamento de 'Migrations - The travel diaries', em duas
edições distintas, uma em CD e outra em vinyl. Ambos os formatos contarão com a
revisita de 5 canções da sua discografia anterior, reinterpretadas e
regravadas. Mas como a música lhes parece surgir naturalmente, haverá também
lugar para mais 10 faixas novas.
É conhecida e vincada a
geografia musical deste trio de Coimbra: o seu ninho foi construído em forma de
bedroom pop, com a folk pelo meio, numa postura DIY minimalista, própria dos
primeiros voos, tal como aconteceu com Belle and Sebastian, Yo La Tengo, Moldy
Peaches ou Juan Wauters. Com o tempo, as asas da sua pop foram crescendo e
aproximaram-se do rock que lhes foi ensinado por nomes como Lou Reed, Dean
Wareham, Black Francis e Stephen Malkmus.
Ao longo destes 10 anos de história(s), os Birds Are Indie acumularam diversas viagens, umas físicas e outras sonoras. Se muitas vezes se aventuraram à descoberta, noutras preferiram voltar ao ponto de partida. Com dificuldade em estar muito tempo no mesmo lugar, foram migrando entre conforto e desprendimento, atravessando latitudes bem conhecidas e meridianos algo esquecidos.
Ao longo destes 10 anos de história(s), os Birds Are Indie acumularam diversas viagens, umas físicas e outras sonoras. Se muitas vezes se aventuraram à descoberta, noutras preferiram voltar ao ponto de partida. Com dificuldade em estar muito tempo no mesmo lugar, foram migrando entre conforto e desprendimento, atravessando latitudes bem conhecidas e meridianos algo esquecidos.
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